Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Casa da Gorda

Casa da Gorda

Ter | 18.02.20

O vestido e colcha de 1989

Gorda

Rita e a colcha.png

 

 

Foi com profunda consternação que hoje abri a internet para dar com os glóbulos oculares esfregados na decoração de 1989 do quarto dos meus pais envergada por uma musa nacional. Já era arrepiante em formato manta com folhos e cortinado a condizer que assombrava o lar onde eu vivia, mas ganhou outra dimensão de terror quando envolvido em torno de um corpo humano, porque, parecendo que não, dá sempre aquele aspeto de crime que só não aconteceu porque a vítima não tinha tempo, até porque o Nuno Santos não está para brincadeiras com isto das audiências.

Estou a sentir sentimentos muito complexos a respeito do facto de a Rita Pereira ter aproveitado uma colcha antiga da minha mãe para fazer um vestido para a gala. Ainda por cima uma espécie de vestido que tem mais têxtil a varrer as pegadas da Rita do que a tapar as suas Marias Madalenas. Nada contra a seção mamária da Rita, mas já me chega a Jennifer Lopez a lembrar que isto vai mal pra minha idade.

Vejo que aproveitou os folhos que a minha mãe tinha usado para pôr nas almofadas que compunham o ramalhete, e que com isso fez uma espécie de amarfanhado na zona do pipi, criando assim como que uma teia de pipi, coisa que há muito em senhoras que não têm quem lhes apague o fogo…isto é, teias…de aranha…no pipi. Circunstância que não assiste à Rita que tem lá um fogoso enxuto em casa (Benzadeus).

O trapito marca a sua posição e pode ser usado por qualquer senhora que planeie limpar o sebo ao marido deixando o cadáver no mato, porque conforme vai andando a cauda vai varrendo o rasto e não há FBI, CIA ou PSP de Carqueja que resolva o caso.

Eu já tirei um print screen, guardei e vou mandar fazer uma farpela igual e uma colcha a condizer, porque parecendo que não aquilo ainda assusta e pode ser que dessa forma o puto queira ir para a cama dele. O vestido vai dar-me um jeito do catano para ir apanhando os pelos dos cães quando chego a casa.

 

 

Se apreciou este pedaço de soberba escrita, não se esqueça de:

Fazer gosto na página de Facebook.

Acompanhar a conta de Instagram (onde pode ter acesso às palermices desta Gorda, sem códigos da Prozis).

Subscrever o blog por e-mail, é só ir aqui à coluna do lado direito e poderá ser bombardeado com notificações a avisar que há mais coisas para ler.

1 comentário

Comentar post